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Archive for 11/03/2009

Nós de gravata


Nó de gravata Four-in-hand ou Nó triângulo.

O Four-in-hand é como na expressão popular: o coringa das gravatas. Ele pode ser usado em todas as situações, todos os dias, pelo padeiro, motorista, segurança, dono da empresa, faxineiro, etc, etc, etc.

É bem simples de fazer, apesar de ser uma sequencia de vários passos, após pegar uma prática você acaba fazendo ele sem nem precisar de espelho (o que não é recomendado).

gravata-4hand

foto-gravata-4hand

Confio plenamente na capacidade de vocês para realizar esse nó apenas com as imagens acima, então nada de “O coelhinho dá a volta na árvore e pula no buraco” por aqui. Mas, é sempre bom para esclarecer algumas dúvidas recorrer a outro diagrama, link aqui.

O nó de gravata Semi-Windsor

Consta em pesquisas que o Semi-Windsor é o tipo de nó mais usado no Brasil, então vale muito a pena conhecer e aprender a usá-lo:

gravata-semiwindsor

foto-gravata-semiwindsor

Esse tipo de nó é um pouco mais cheio, adequado aos colarinhos mais abertos. Ele exige uma gravata de tecido leve.

via coisas de homem

Especial – Fuscas

Tatuagens 3D


Não que eu aprove tatuagens, mas olhem isso!

creative-3d-tattoo-05

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Esse cara é ninja!


escavadeira

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Eletro-arte

Arte na rua

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Bebês engraçados…

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Língua de bárbaros


Voce sabia que no dinamarquês não existe a expressão por favor? eu não sabia… a principio ao se lembrar dos vikings e da história dos bárbaros da antiguidade poderia-se pensar que hoje seriam um povo mal-educado devido a essa “falta”, mas parece que eles contornam isso muito bem… por exemplo:

“Você seria gentil em pegar o copo para mim?”

Continuou educado, não foi? essa eu achei interessante…

Retirado de O GLOBO no blog Vikingland

Absurdo!


Colei o texto na íntegra do site do O GLOBO para que ninguém pensasse que eu entendi errado. Esse país não é sério, já se disse antes…

Na Justiça

Horário de empregado ir ao banheiro pode ser controlado pelo patrão, diz TST

Publicada em 10/03/2009 às 20h10m

O Globo

BRASÍLIA – Para o Tribunal Superior do Trabalho (TST) o patrão pode regular o horário do empregado usar o banheiro, o fato não configura dano moral contra a imagem ou intimidade do trabalhador. A decisão foi tomada no julgamento de recurso de um operador de call center contra a empresa Vivo em Goiás. Por unanimidade, os ministros seguiram o voto do relator, ministro Ives Gandra Martins Filho.

O operador ingressou com ação trabalhista requerendo indenização por dano moral pelo fato de a definição de horários para a utilização do banheiro, e a exigência de comunicação à chefia caso fosse necessário usá-lo fora desses horários, violarem sua honra, imagem, integridade física e psíquica e liberdade pessoal. A sentença de primeiro grau julgou o pedido improcedente.

O trabalhador destacou, por meio de prova testemunhal, ao Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, que a empresa o havia proibido de ir ao banheiro, sendo questionado sobre o motivo de fazê-lo. Ele argumentou que o controle justificaria a indenização por dano moral, indicando clara invasão do poder de direção da empresa, que estaria decidindo sobre suas necessidades fisiológicas.

O TRT/GO, por sua vez, destacou que, conforme estabelecido também por prova testemunhal no processo, a empresa concedia pausa de 15 minutos e outra de cinco minutos, durante o expediente, para que os funcionários pudessem utilizar o toalete. Além disso, caso o operador desejasse, não era proibido de usá-lo. De acordo com a empresa, o controle de saída dos postos visava impedir que todos ou vários operadores deixassem o local ao mesmo tempo, inviabilizando a regularidade no serviço.

O ministro Guilherme Caputo Bastos ressaltou a necessidade do controle do uso do toalete, uma vez que, do contrário, haveria grande desorganização no local de trabalho, sem uma ordem que regrasse a saída do operador, ao menos que este comprovasse problemas fisiológicos, o que não foi trazido aos autos. O relator, ministro Ives Gandra Filho, observou que, uma vez que o TRT entendeu pela não-caracterização do dano, entendimento diferente exigiria o reexame de fatos e provas, não permitido pela jurisprudência do Tribunal.

Raios


Ontem foi divulgado pelo INPE que a incidência dos raios na região Sudeste do país aumentou em torno de 44%. Algumas cidades tiveram aumento de mais de 300% (Guarapari/ES – 335%) e algumas outras tiveram diminuição como Rio de Janeiro (-17,35%) e Belo Horizonte (-3,4%)

Segundo o novo levantamento, em 2008 o número total de descargas atmosféricas na região pesquisada chegou a 7,5 milhões. Em 2007, foram 5,2 milhões de raios. Já o levantamento do biênio anterior tem registros de 3,7 milhões de descargas em 2005 e 5,8 milhões, em 2006.

O Brasil, por sua extensão territorial e proximidade ao equador geográfico, é o país com maior incidência de raios do mundo.

O INPE mantém um site onde pode ser visto um mapa das descargas atmosféricas no país. Para acessar ao site, clique aqui

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